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Eventos: orientações para retomada

O que dizem os decretos e quais são as medidas de seguranças?

No Brasil e no mundo, nossas atividades diárias foram limitadas desde o dia 11 de março de 2020. Após quase quatro meses com as portas do comércio fechadas, a recente flexibilização da quarentena possibilitou um retorno gradual das atividades.

Em Brasília, no início do mês de julho, foi autorizada a reabertura de salões de beleza, academias, bares, restaurantes, entre outros serviços considerados não essenciais. No dia 15 de julho, os serviços de buffet também foram autorizados para pequenas comemorações.

Essa retomada das atividades vem acompanhada de adaptações. Houveram reduções no horário de funcionamento, redução da lotação e várias novas regras.

A Associação de Buffets do Distrito Federal (ABDF) criou um protocolo extra para o setor. 

Fazem parte do protocolo regras como a testagem das equipes, uso de máscaras, procedimentos de desinfecção e mudanças na forma de servir os alimentos. 

Higiene e Saúde

Para que o risco de contaminação seja reduzido, todos devem seguir à risca os protocolos de segurança. Clientes e funcionários devem manter a higienização das mãos constantemente e distanciamento mínimo de 1,5 metros, fazer uso de máscara de preferência com três camadas, evitar tocar nos olhos, nariz e boca, cobrir a boca e nariz com a parte interna do cotovelo ou lenço quando tossir ou espirrar e ficar em casa caso não se sintam bem.

As regras para os estabelecimentos incluem realizar a limpeza e desinfecção de objetos e superfícies que sejam tocadas com frequência, limpar os banheiros de hora em hora e higienizar as ferramentas, máquinas e equipamentos de uso manual.

Elaborado por meio de nota técnica, o guia lançado pela Vigilância Sanitária para bares e restaurantes do Distrito Federal também contém os seguintes itens: 

– Disponibilização de pia exclusiva para lavar as mãos;

– Uso de máscaras que devem ser trocadas a cada 3 horas;

– Priorização de acesso com hora marcada;

– Oferta de limpa-sapatos, como tapetes ou toalha umidificada, na entrada;

– Manter o ambiente o mais arejado possível;

– Suspensão dos sistemas self-service e rodízio;

– Não deixar itens como pratos, copos e talheres nas mesas;

– Caso cardápio seja físico, deve ser higienizado a cada troca de clientes;

– O estabelecimento deve fornecer álcool em gel 70%;

– Deve haver distanciamento entre as mesas;

No protocolo extra da ABDF direcionado aos serviços de buffet aparecem ainda os pontos:

– Canapés, petiscos e entradas podem ser servidos em porções de uso individual e servidos com pinças usadas pelos garçons. 

– Fica limitada a permanência de convidados a 50% da capacidade do espaço e as mesas devem ter distanciamento de dois metros. 

– As áreas de serviço serão limpas e sanitizadas de acordo com a RDC 216 e as medidas de controle de expansão à Covid-19. 

– Funcionários deverão circular com máscaras, trocadas a cada duas horas, e seguir rigoroso protocolo de higiene.

Utilização de máscaras

Na capital, o uso das máscaras de proteção já é obrigatório desde o dia 30 de abril. Sabemos que o vírus causador da COVID-19 pode se espalhar por meio do contato direto e indireto, por isso, a limpeza das mãos e objetos é importante mas também é preciso evitar o contágio pelo ar.

O uso deste equipamento de proteção individual (EPI) evita que as gotículas respiratórias infecciosas, expelidas quando tossimos, espirramos, falamos ou cantamos, entrem na boca, nariz ou olhos de outras pessoas. 

Ao usar a máscara esteja atento a alguns detalhes:

A máscara deve cobrir totalmente a boca e nariz, sem deixar espaços nas laterais. 

Não manipular a máscara durante o uso e lavar as mãos antes da colocação e após a retirada. 

A remoção da máscara deve ser feita pelas alças

A máscara é de uso individual e não deve ser compartilhada.

Deve-se destinar o material profissional (máscaras cirúrgicas e do tipo N95 ou equivalente) para os devidos interessados: pacientes com a COVID-19, profissionais de saúde e outros profissionais de linha de frente em contato próximo e prolongado com possíveis fontes de contágio.

Deve ser feita a limpeza das máscaras não profissionais em tecido e realizar a eliminação periódica das descartáveis.

Assegurar-se que a máscara está em condições de uso (limpa e sem rupturas). 

Evitar uso de maquiagem durante o uso da máscara

Máscaras de tecido (reutilizáveis): Devem ser de dupla camada, ser trocada a cada três horas, no mínimo e ser lavada sempre após o expediente de trabalho onde foi utilizada. 

Após a utilização, deverá ser armazenada em saco plástico vedado para retorno ao domicílio e ser lavada diariamente.

Caso o tecido permita, a peça deve ser imergida em solução de água sanitária com concentração de cloro de 2 a 2,5%: 10ml de água sanitária + 490ml de água por 30 minutos, em seguida, enxaguar e lavar com água e sabão – permitir secagem completa (preferencialmente ao sol) – passar com ferro – guardar em sacos plásticos limpos, embaladas individualmente. 

Máscaras descartáveis devem ser utilizadas em casos excepcionais, confeccionadas em TNT (tecido não tecido) e serem trocadas a cada duas horas.

Devemos lembrar que apenas o uso da máscara não garante 100% de proteção, por isso, pratique o distanciamento entre outras pessoas e evite aglomerações. 

O retorno das atividades é algo ansiosamente esperado por todos, mas para que isso ocorra da melhor forma, vai depender das atitudes de cada um. Os cuidados devem partir tanto dos estabelecimento quanto dos consumidores. Procure minimizar a circulação do vírus, esteja atento e exija o cumprimento dos protocolos por todos.

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